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Cultura

Céline Dion inicia série de shows em Paris após tratar doença neurológica

Cantora canadense voltou aos palcos depois de seis anos e iniciou 16 apresentações na capital francesa.

Céline Dion surpreendeu o público ao participar de um desfile da Paris Fashion Week e cantar I’m Alive. A aparição ocorreu durante uma retomada de atividades públicas que incluiu apresentações informais com fãs pelas ruas de Paris e o início de uma nova série de shows.

A cantora começou no dia 12 sua primeira apresentação de uma sequência de 16 shows na capital francesa, encerrando um período de seis anos sem subir aos palcos. Aos 58 anos, Dion também foi vista cantando com admiradores, subindo em carros e acenando para fotógrafos. Em frente ao hotel Royal Monceau, improvisou Pour que tu m’aimes encore com fãs.

A volta acontece após o diagnóstico da Síndrome da Pessoa Rígida, feito no final de 2022. A condição provoca rigidez e espasmos musculares dolorosos. Em um anúncio no Instagram, Dion afirmou que os sintomas afetavam sua rotina, dificultavam sua locomoção e comprometiam o uso das cordas vocais.

“Eu fiz uma promessa. Prometi voltar, voltar aos palcos”, disse a cantora durante a série Celine Dion Paris 2026. Na sequência, afirmou que estava cantando para o público, para si mesma e para a vida.

Para se preparar, Dion passou a fazer sessões de pilates de 90 minutos, três vezes por semana, além de aulas de balé. Também iniciou imunoterapia, fisioterapia e terapia vocal, com uso de medicamentos para controlar os sintomas.

Um retorno construído ao longo dos anos

O último concerto completo da cantora havia ocorrido em Nova Jersey, nos Estados Unidos, em março de 2020. A turnê foi interrompida pela pandemia de Covid-19. Dion planejava retomar os shows em 2022, mas cancelou as datas ao começar a apresentar problemas de saúde.

Em 2023, novos cancelamentos foram anunciados. Claudette, irmã da cantora, afirmou que o futuro da carreira era incerto. No ano de 2024, Dion participou do Grammy, anunciou o prêmio de Álbum do Ano e lançou, em julho, o documentário Eu Sou: Celine Dion, sobre sua luta contra a doença.

Meses depois, ela voltou a cantar na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris. Dion encerrou a cerimônia com L’Hymne à l’amour, de Édith Piaf. A apresentação foi o primeiro grande retorno aos palcos desde o agravamento de sua condição.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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