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Internacional

Paris prevê novos confrontos antes de mobilização estudantil nacional

Patrice Faure pediu o fim dos bloqueios e da violência antes de uma nova mobilização convocada para terça-feira (06).

Paris prevê novos confrontos antes de mobilização estudantil nacional
Foto: Abdul Saboor/Reuters

O chefe da polícia de Paris, Patrice Faure, pediu que os estudantes encerrem os bloqueios em escolas e substituam os atos violentos por manifestações pacíficas. O apelo foi divulgado em uma carta aberta no X, antes dos protestos previstos para terça-feira (06).

Faure afirmou que o movimento, iniciado por estudantes, deixou de ser controlado por seus primeiros organizadores. Ele também disse que as autoridades reagiriam com firmeza diante de episódios de violência e vandalismo. Em sua mensagem, atribuiu aos pais a responsabilidade de afastar os filhos da influência de “manifestantes profissionais” e de seus apoiadores.

Prisões e feridos

Desde segunda-feira (28), cerca de 5 mil pessoas foram presas em diferentes partes da França. A maioria é formada por adolescentes, e dezenas de pessoas ficaram feridas. Agathe Foucault, porta-voz da polícia nacional, informou à rádio RTL que mais de 600 policiais também se feriram.

Professores e outros cidadãos foram atacados durante os protestos. Os danos materiais são estimados em dezenas de milhões de euros.

Os sindicatos estudantis convocaram uma mobilização nacional para terça-feira (06). Autoridades de segurança demonstram preocupação específica com uma manifestação no centro de Paris, que poderia ser acompanhada por novos episódios de violência. Também existe o temor de que grupos anarquistas de extrema esquerda assumam o controle do movimento.

Os bloqueios ocorrem em escolas de ensino médio. Os estudantes reclamam do excesso de alunos por sala, da ausência recorrente de professores e da precariedade dos prédios escolares. Para eles, essas dificuldades resultam de um longo período sem investimentos suficientes na educação.

“É hora de voltar a formas pacíficas de ação”, escreveu Faure.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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