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Política

Augusto Cury propõe ampliar produção agrícola e privatizar rodovias na Amazônia

Em agenda em Porto Velho, candidato também defendeu mudanças na saúde e treinamento tecnológico para as polícias.

Augusto Cury defende verticalização da produção agrícola durante agenda na Amazônia
Foto: Amanda Oliveira/g1

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu, durante agenda em Porto Velho, a ampliação da produção agrícola na Amazônia por meio da transformação de soja e milho em proteína animal. A proposta inclui expandir a criação de suínos, aves e bovinos na região.

Em coletiva de imprensa, Cury afirmou que a Amazônia não deve se limitar à exportação de grãos. Para ele, o processamento local pode aumentar a produção de proteína animal a partir dessas culturas.

O candidato também apoiou a privatização de rodovias, desde que os pedágios não prejudiquem o transporte e os custos da produção. Ele citou o modelo aplicado no Estado de São Paulo, onde, segundo Cury, há rodovias privatizadas, duplicadas e eficientes.

“Sem logística, você fica de mãos atadas para ter a produção agrícola, produção industrial, comercial e assim por diante”, disse. Na avaliação do candidato, a concessão pode melhorar as estradas, mas precisa ser adotada de maneira racional.

Na área da saúde, Cury afirmou que pretende fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), melhorar a capacitação técnica, ampliar o número de médicos e elevar a remuneração de profissionais da área, incluindo enfermeiros. Ele também defendeu a expansão da telemedicina, com atendimento remoto em diferentes localidades.

Segurança e emprego

Cury disse que pretende treinar e equipar integrantes das polícias Militar e Civil com tecnologia. Também relacionou investimentos em educação e na geração de empregos para jovens à prevenção da entrada deles no crime organizado.

O candidato afirmou que 6,7 milhões de jovens não trabalham nem estudam e podem ser aliciados pelo crime. Segundo ele, o tráfico de drogas começa a atuar a partir dos 11 anos, enquanto o Estado entra em ação aos 17 anos. Cury defendeu uma integração adequada e o uso de inteligência estratégica no combate ao crime organizado.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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