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Anitta aposta em longa audiovisual para apresentar “Equilibrium II”

Projeto reúne diferentes faixas em uma narrativa de 35 minutos, com gravações organizadas em quatro dias e equipes ligadas aos universos retratados.

Anitta aposta em longa audiovisual para apresentar “Equilibrium II”
Foto: Patrick Marinho/Divulgação

A decisão de apresentar “Equilibrium II” como uma obra contínua levou Anitta a produzir um filme de 35 minutos, em vez de criar um vídeo separado para cada faixa. O projeto combina recursos de videoclipe e curta-metragem e amplia o universo da primeira parte do álbum, lançada em abril.

A proposta de uma produção com essa duração partiu da cantora, segundo Felipe Britto, sócio-fundador da Ginga Pictures. O produtor conta que inicialmente houve dúvida sobre a capacidade de o público acompanhar o trabalho até o fim, em um ambiente marcado pelo consumo rápido de vídeos nas redes sociais. Anitta, porém, insistiu no formato.

A execução foi concentrada em quatro dias. Para manter o cronograma, a equipe alternava os estúdios: enquanto a cantora registrava uma cena, profissionais preparavam outro espaço para a sequência seguinte. A dinâmica permitia avançar entre músicas e visuais sem interromper o fluxo das gravações.

Da ideia aos cenários

O desenvolvimento começou antes da chegada ao set. Anitta enviava pelo WhatsApp referências e propostas para cada faixa, que eram organizadas pela produtora para se tornarem possíveis de filmar. “Ela manda um monte de áudio com toda a ideia dela, por faixa, com referências visuais”, afirma Britto.

A produção também procurou evitar o uso superficial de referências culturais. Como o filme aborda religiões de matriz africana e povos indígenas, foram incluídas nas equipes pessoas com conhecimento sobre esses universos. A intenção era assegurar que os temas fossem tratados por profissionais com propriedade.

Britto acompanha Anitta há cerca de uma década e participou de diferentes etapas da carreira da cantora, entre elas o documentário “Larissa: O Outro Lado de Anitta”. Ele também esteve envolvido em “Kisses”, projeto que, segundo o produtor, reuniu dez clipes em duas semanas.

Para Britto, a trajetória mostra uma mudança na escala das produções e no uso do audiovisual como forma de contar a história da artista. O produtor também defende que associar imagens às músicas pode reforçar a mensagem apresentada em um álbum, em um período de discussão sobre os investimentos da indústria em videoclipes.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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