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Brasileira mata filha de quatro anos e morre após decisão sobre guarda no Texas

Cibelle Kubala atirou na filha em Houston após audiência que determinou a residência principal da menina com o pai americano.

Brasileira mata filha de quatro anos e morre após decisão sobre guarda no Texas
Foto: Reprodução/Facebook

Uma brasileira matou a filha de quatro anos e morreu após uma audiência judicial sobre a guarda da criança em Houston, no Texas, Estados Unidos. O crime ocorreu na terça-feira (29), horas depois de Cibelle Kubala perder a disputa e ser orientada a entregar Vivian ao pai, Aaron Savella.

A menina foi declarada morta no local. Cibelle foi levada a um hospital, mas morreu no dia seguinte. O tenente Larry Crowson, da Polícia de Houston, afirmou que a mãe chegou em casa depois da audiência, atirou na filha e, em seguida, atirou em si mesma.

Savella aguardava o retorno da criança após a decisão judicial. Familiares disseram que Vivian não foi entregue naquela noite, como estava previsto. O atual marido de Cibelle, Greg Kubala, e uma babá estavam na residência. A polícia informou que não há indícios de envolvimento dos dois. Eles teriam subido as escadas e iniciado manobras de massagem cardíaca na menina e na mãe até a chegada da equipe de emergência.

Disputa judicial

Cibelle e Savella se separaram em novembro de 2022, depois de pouco mais de dois anos de relacionamento. O divórcio foi finalizado em 2024. Os dois também apresentaram pedidos de medidas protetivas um contra o outro.

Na audiência de terça-feira, realizada às 9h30, a juíza Lawton-Evans determinou que Vivian viveria principalmente com o pai. Savella também recebeu o poder exclusivo de decidir sobre a educação, os cuidados médicos e o tratamento de saúde mental da menina.

A decisão impôs outras restrições à participação de Cibelle na vida da filha. Ela teria sido proibida de falar em português com Vivian sem a presença de um supervisor que entendesse o idioma, além de ser impedida de participar de apresentações e atividades extracurriculares. Também teria sido obrigada a pagar pensão e metade das despesas médicas da criança.

Familiares disseram que Cibelle era dedicada aos cuidados com a filha e que sofria represálias do ex-companheiro desde o fim do casamento. A brasileira afirmou que “ouvia barbaridades” nos tribunais dos Estados Unidos durante a disputa.

Familiares de Savella nos Estados Unidos disseram estar devastados. Em declaração divulgada pelos advogados, afirmaram que Vivian era amada pelo pai e que ele havia seguido as determinações judiciais enquanto aguardava o retorno da filha.

A advogada de Savella, Charlotte Rainwater, disse que atua em direito de família há 28 anos e nunca havia presenciado um desfecho semelhante.

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Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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