Leitores comentaram a instalação da Rockbridge no Brasil e relacionaram a atuação do grupo conservador do vice-presidente dos Estados Unidos a uma tentativa de ampliar sua influência em países com recursos de interesse. Patricia Moran Fernandes, de São Paulo, classificou os integrantes como de extrema direita e afirmou que eles buscam influência nesses países.
Paulo Cesar de Castro Silveira, de São José dos Campos, defendeu a união da direita e mencionou o Foro de São Paulo como exemplo de articulação da esquerda. De Holambra, Ulisses Silva associou grupos desse perfil à origem da República de Gilead, apresentada na ficção “O Conto da Aia”.
Outras cartas trataram das relações entre China e Estados Unidos. João Pederiva, de Brasília, questionou se a aproximação entre Xi e Donald Trump resultaria em mais votos para os republicanos ou em oportunidades de negócios para Trump e seu grupo. José Cardoso, do Rio de Janeiro, escreveu que a China deveria realizar uma transição lenta, gradual e segura para a democracia.
A notícia falsa envolvendo Nossa Senhora e a campanha de Flávio Bolsonaro também foi comentada. Ricardo Alencar, de Belo Horizonte, afirmou que a extrema direita vive de notícias falsas. Na mesma cidade, Graça Almeida criticou o uso da mãe de Cristo na eleição.
Patricia Argelazi, de São Paulo, elogiou artigo sobre antissemitismo. Marina Gutierrez, de Sertãozinho, criticou o governo de Israel por proibir a entrada de cadeiras de rodas para vítimas da guerra iniciada antes da criação do Estado pela ONU.


