São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00%
Notícia com critério
Política

Augusto Cury propõe fim das bets ou imposto de até 60%

Em Belo Horizonte, candidato do Avante afirmou que apostas provocam dependência grave e defendeu tributação semelhante à do cigarro.

Em BH, Cury defende extinção ou taxação de bets: “Dependência grave”.Vejavídeo
Foto: Larissa Ricci/Metrópoles

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu neste domingo (27/9) a retirada das bets do mercado ou a cobrança de imposto de até 60% sobre as empresas de apostas. A declaração foi feita durante uma agenda de campanha na capital mineira.

Para Cury, as plataformas provocam dependência grave. Ele comparou a tributação defendida à aplicada ao cigarro e afirmou que a medida poderia conter a expansão das apostas.

“As bets precisam ser enquadradas. Ou elas têm que ser eliminadas ou têm que ser taxadas, como o cigarro”, declarou. O candidato disse ainda que a cobrança deveria ficar entre 50% e 60%.

Cury afirmou que as apostas produzem uma resposta rápida e intensa no organismo, com efeitos sobre os ciclos da dopamina e da serotonina. Também declarou que a dependência chegaria a níveis semelhantes aos associados à cocaína.

O presidenciável disse haver centenas de pessoas afastadas pelo INSS por causa da dependência em apostas. “Há centenas de pessoas que já estão afastadas no INSS porque estão dependentes das bets”, afirmou.

A agenda ocorreu no mesmo período em que o tema passou a ocupar espaço na campanha presidencial. Na sexta-feira (25/9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou uma medida provisória com o objetivo de interromper as atividades das plataformas de apostas no país.

Cury participou de uma carreata com apoiadores em Belo Horizonte. O ato, chamado de “Carreata da Vitória da Paz”, teve concentração na Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, na Região Centro-Sul, e começou às 10h30.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.