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Política

Livro de Augusto Cury ganha adaptação e amplia alcance para além da autoajuda

Romance lançado em 2008 vendeu mais de 2,5 milhões de exemplares e virou filme disponível na Netflix.

O livro de Augusto Cury que virou best-seller e ganhou filme disponível na Netflix

O romance O Vendedor de Sonhos: O Chamado, de Augusto Cury, ultrapassou 2,5 milhões de exemplares vendidos no país e foi adaptado para o cinema. Lançado em 2008, o livro também deu origem a uma trilogia e teve sua versão cinematográfica disponibilizada na Netflix desde maio de 2020.

A história acompanha Júlio César, um intelectual em profunda crise que é resgatado por um personagem conhecido como Mestre. O homem, que vive às margens da sociedade e se apresenta como vendedor de sonhos, reúne outras pessoas marcadas pelo sofrimento. Em seus diálogos, questiona medos, fracassos e desejos, enquanto a narrativa aborda o consumismo, o individualismo e a busca pelo sucesso.

Cury, psiquiatra e psicólogo, havia alcançado as livrarias em 2004 com Nunca Desista de seus Sonhos. O romance representou sua passagem da literatura de autoajuda para a ficção e ampliou o público de seu trabalho.

Do livro ao cinema

A sequência da obra é formada por Revolução dos Anônimos e O Semeador de Ideias. Em dezembro de 2016, a história chegou aos cinemas sob direção de Jayme Monjardim. Dan Stulbach interpretou Júlio César, enquanto o uruguaio César Troncoso viveu o Mestre.

O filme também alcançou o streaming e, desde maio de 2020, está disponível na Netflix. A adaptação teatral superou 500 mil espectadores. O livro foi traduzido para mais de 60 idiomas e recebeu, em 2009, o prêmio de melhor ficção internacional na China.

A obra consolidou Cury tanto na ficção quanto na autoajuda. O escritor, que foi candidato à Presidência da República, passou a ocupar espaço em livrarias, no cinema e nas plataformas de streaming com histórias centradas em questionamentos existenciais.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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