Leitores divergiram sobre a decisão atribuída a Dino de liberar uma publicação sobre Nossa Senhora que teria causado dano a Flávio Bolsonaro. As mensagens discutiram os limites da liberdade de expressão, a atuação do Judiciário e a relação entre religião e política.
Jonas Nunes dos Santos afirmou que Dino age a favor do governo. Maria Lúcia Bergami avaliou que a liberdade de expressão defendida por bolsonaristas está sendo atendida. Para Neli Faria, a publicação não deveria ter sido censurada, mas não caberia a outro ministro derrubar a decisão. Alexandre Rocha questionou o envolvimento de temas religiosos na política e defendeu que cada pessoa tenha sua religião, ou nenhuma.
Sobre o pedido de prisão de um funcionário do Planalto por repostagens relacionadas a Nossa Senhora, Renato Guimarães disse não ser fã do bolsonarismo, mas criticou as atitudes da campanha petista. Enos Mendes pediu a prisão de Carlos Bolsonaro e de Flávio Bolsonaro. Morgana Brígida acusou Flávio Bolsonaro de defender mentiras e José Almir Mororó mencionou autoritarismo e liberdade de expressão.
Críticas a Lula e às bets
As cartas também abordaram a captura de Maduro pelos Estados Unidos e a recepção de Maduro por Lula. Silvia Chiabai pediu que a ação americana fosse chamada de sequestro, enquanto Adriana Flores afirmou que Lula recebeu Maduro com honras.
A proibição das bets dividiu os leitores. Selma Silva Leite Flores questionou os efeitos da atividade sobre os cidadãos. Frederico Rios Tostes de Arantes considerou urgente interrompê-la e atribuiu ao poder público a responsabilidade de corrigir problemas associados a miséria e endividamento. Outros leitores criticaram a falta de planejamento e atribuíram a medida a interesses eleitorais.
As manifestações incluíram ainda avaliações sobre a política brasileira, a atuação de Lula e a análise sobre a eleição nos Estados Unidos. José Padilha Siqueira Neto criticou Trump, enquanto Carlos Lara comparou os grupos que cercam Trump aos que cercam Lula.


