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Política

Renan Santos propõe metas para redistribuir recursos federais entre estados

Candidato do Missão defendeu mudanças no pacto federativo e anunciou cortes de R$ 250 bilhões para estimular crédito ao comércio.

Renan Santos quer mudar divisão de recursos entre estados: 'Vamos premiar quem vai bem e punir quem vai mal'
Foto: Rodrigo Sargaço/EPTV

O candidato Renan Santos (Missão) propôs alterar os critérios de distribuição de recursos federais entre os estados. A declaração foi feita durante um evento na praça José Bonifácio, no centro de Piracicaba (SP), nesta quinta-feira (24).

Ao discutir o pacto federativo, conjunto de regras que organiza a divisão de poderes, competências e recursos entre União, estados, Distrito Federal e municípios, Renan criticou o modelo atual. Questionado sobre São Paulo arrecadar mais do que recebe, defendeu a adoção de metas para a execução do orçamento público.

Na avaliação do candidato, o governo federal repassa recursos de maneira desproporcional a estados que não apresentam resultados. Ele afirmou: "Hoje, a lógica do governo federal é a seguinte: se você é um governador vagabundo, que não trabalha bem, que não protege as pessoas, que não melhora a educação, você recebe mais dinheiro".

Renan disse que pretende reter mais recursos nos estados que, segundo ele, pagam a conta. Citou São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais como exemplos. A proposta, afirmou, é premiar os governos com melhor desempenho e reduzir recursos destinados aos que tiverem resultados ruins, tanto nos municípios quanto nos estados.

Comércio e gastos públicos

O candidato também se posicionou contra o fim da escala de trabalho 6x1. Para ele, a mudança poderia levar ao fechamento de comércios, além de aumentar o desemprego e a informalidade.

Como medida de estímulo ao setor, prometeu cortar R$ 250 bilhões em despesas do governo federal. Renan direcionou a proposta ao que chamou de “mamata de político, de judiciário, de militar”.

Segundo o candidato, a redução dos gastos pressionaria a taxa de juros para baixo e permitiria a oferta de crédito mais barato aos lojistas, para investimentos em seus negócios. Ele classificou a taxa atual como “extorsiva” e “de agiota”.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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