Política
Vorcaro afirma que doações a Tarcísio e Bolsonaro foram tratadas como propina
Ex-banqueiro relacionou os repasses de 2022 à continuidade do Credcesta no governo de São Paulo; delação foi rejeitada pela terceira vez.
Ex-banqueiro relacionou os repasses de 2022 à continuidade do Credcesta no governo de São Paulo; delação foi rejeitada pela terceira vez.
Proposta de delação recusada cita negociação com Gilberto Kassab para manter o Credcesta ligado ao governo paulista.
Ex-banqueiro afirmou à PF que repasses a Tarcísio e Bolsonaro seriam contrapartidas por acordos atribuídos a Gilberto Kassab.
Proposta de delação rejeitada pela PF e pela PGR relaciona doações de campanha a acordos sobre o Credcesta.