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Cultura

Any Gabrielly busca na trajetória da mãe referências para personagem em série jurídica

Atriz interpreta Marina, estudante de direito que tenta reparar a condenação injusta da mãe em Habeas Corpus.

Any Gabrielly busca na trajetória da mãe referências para personagem em série jurídica
Foto: Rafael Barion/Netflix

A experiência de ter sido criada por uma mãe solo foi uma das referências usadas por Any Gabrielly para interpretar Marina em Habeas Corpus, drama jurídico da Netflix Brasil. Na série, a personagem é uma estudante de direito que busca justiça pela mãe, condenada injustamente, com o apoio de Inez, vivida por Marjorie Estiano.

Any contou que o principal desafio foi interpretar uma personagem que também é mãe, realidade distante de sua própria vida. Para construir Marina, ela recorreu à trajetória familiar: cresceu com uma mãe que a criou sozinha e trabalhou para garantir que nada faltasse. A atriz também se identificou com a persistência da personagem, que precisa resolver os problemas e seguir adiante porque não tem plano B.

Entre justiça e vingança

Marina começa a história movida pela busca por justiça, mas também demonstra desejo de vingança. Any afirmou que procurou compreender a posição da personagem na sociedade e aquilo que ela pretende transformar no sistema jurídico. Para a atriz, o objetivo de Marina ultrapassa a própria família e a vingança em si.

A série apresenta personagens humanos e imperfeitos e acompanha as mudanças de Marina e Inez a partir do encontro entre suas realidades. A trama é inspirada em casos reais do Innocence Project Brasil.

Pesquisa para a personagem

A equipe conheceu integrantes do Innocence Project Brasil e fez perguntas sobre a atuação dos profissionais. Any explicou que a preparação buscou compreender as pessoas por trás das funções, incluindo a formação dos advogados, suas motivações no começo da carreira e as transformações provocadas pela vida.

A atriz disse que voltou ao audiovisual há pouco tempo e que se interessou pelo projeto por considerar os personagens densos, humanos e cheios de camadas. Ela afirmou que gosta de estudar, ensaiar e aprofundar a construção dos papéis.

Na escolha de trabalhos, Any disse priorizar histórias que a comovam, a desafiem e mereçam ser transmitidas ao público.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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