Fabrício Carpinejar lançará No Meu Tempo, Eu Era Melhor pelo selo Bertrand Brasil. O livro terá 500 páginas e reunirá 180 textos sobre a nostalgia das gerações nascidas nos anos 1970 e 1980 e seus reflexos entre os jovens de hoje.
Com prefácio de Ignácio de Loyola Brandão, a obra aborda o interesse renovado por objetos e experiências analógicas, como câmeras antigas, iPods, Walkmen, fones com fio e discos de vinil. Carpinejar também trata da relação dessas gerações com suas cidades e seus pais, além da mudança na forma de encarar os relacionamentos.
“Na contramão da modernidade, os jovens querem novamente os fios, querem uma âncora, uma experiência particular, só sua”, afirma o escritor. Segundo ele, o livro recupera a atmosfera da última geração analógica e procura compreender seu apego a esse período.
A obra terá 15.000 exemplares. A pré-venda começa no início de outubro, e a chegada às livrarias está prevista para novembro. Entre os lançamentos recentes de Carpinejar estão Depois é nunca, Manual do luto, Se eu soubesse e Deixe ir, todos publicados pela Bertrand Brasil.


