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Cultura

Riley Sager combina crimes insolúveis e reviravoltas em novo suspense

Em “Desconhecido”, autor americano ironiza a exploração de crimes reais pelo cinema e retoma a fórmula que o levou a vender mais de 5 milhões de livros.

Riley Sager combina crimes insolúveis e reviravoltas em novo suspense
Foto: @rileysagerbooks/Facebook

O escritor americano Todd Ritter, conhecido pelo pseudônimo Riley Sager, lançou no Brasil o suspense Desconhecido, que acompanha o desaparecimento de cinco mulheres em uma ilha remota, em 1926, e a produção de um filme sobre o caso 100 anos depois.

A narrativa alterna entre as duas épocas. Enquanto a equipe grava a dramatização no local dos desaparecimentos, a investigação sobre o episódio histórico se aprofunda e dá lugar a situações macabras e sobrenaturais. O livro também ironiza o interesse da indústria cinematográfica por histórias de crimes reais, exploradas pelo filão dos true crimes.

A fórmula dos suspenses

Aos 53 anos, Ritter combina a experiência como jornalista, repórter e crítico de cinema com uma estrutura baseada em mistérios, crimes sem solução e reviravoltas. O autor afirma que parte de uma situação e procura maneiras de torná-la mais tensa e misteriosa sem abandonar a verossimilhança.

Essa estratégia ajudou Sager a alcançar a marca de mais de 5 milhões de livros vendidos no mundo. Em O Massacre da Família Hope, publicado em 2024, ele narra a relação entre uma idosa e sua cuidadora. As duas têm em comum o fato de terem sido suspeitas de matar familiares.

A obra já ultrapassou 220 000 cópias vendidas no Brasil. A popularidade do escritor no país foi percebida por ele em um encontro com o carioca Raphael Montes, em Nova York, neste ano. Segundo Sager, Montes comentou quanto seus livros vendiam no Brasil, informação que ele só confirmou ao consultar as listas.

O interesse de estúdios por adaptações também cresceu: os direitos de cinco títulos já foram adquiridos por Hollywood. Para lidar com críticas à qualidade literária de seus livros, o autor decidiu não dar atenção às resenhas negativas e defende o respeito à experiência de cada leitor.

Sager mantém em segredo o manuscrito de seu próximo projeto, preservando a expectativa em torno de sua próxima história.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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