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Cultura

John Oliver relaciona filme sobre Bolsonaro a caso do Banco Master

Segmento do programa da HBO também abordou a candidatura de Flávio Bolsonaro, a inelegibilidade do ex-presidente e vídeos de exercícios de Lula.

A relação entre o filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro estrelada por Jim Caviezel, e o escândalo do Banco Master ocupou a maior parte do segmento do Last Week Tonight with John Oliver dedicado às eleições brasileiras. O programa foi exibido pela HBO nos Estados Unidos.

John Oliver mencionou a mensagem enviada na véspera da prisão de Vorcaro: “Irmão, estou e estarei contigo sempre”. Na sequência, classificou o conteúdo como uma mensagem de intimidade incomum para alguém sem associação com o remetente, conforme a abordagem feita no programa.

Candidaturas e família Bolsonaro

O apresentador também tratou da inelegibilidade de Jair Bolsonaro e da candidatura de Flávio Bolsonaro. Ao comentar a possibilidade de o país voltar a ser governado por Bolsonaro, Oliver afirmou que seria preocupante para a quarta maior democracia do mundo e para o país que abriga a floresta tropical considerada fundamental para as metas climáticas globais.

Ele ainda citou o episódio em que o ex-presidente tentou abrir a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda. Ao encerrar o bloco, associou a campanha de Flávio ao tom adotado pela família Bolsonaro e aos exercícios publicados por Luiz Inácio Lula da Silva. Oliver disse esperar que a mensagem de resistência e os vídeos de academia do presidente superassem o alarmismo e os “problemas paternos escancarados” relacionados a Flávio.

Nomes de candidatos e piadas sobre Lula

No início do programa, Oliver retomou a presença de candidatos com nomes chamativos em disputas por cargos menores no Brasil. Foram citados Walcy Vieira, Mick Jagger, do PT, em Goiás; Frodo, do PSTU, em São Paulo; e Shrek, do PDT, em Minas Gerais.

Lula também foi alvo de comentários sobre os vídeos de exercícios que publica nas redes sociais. Oliver afirmou que esse conteúdo era inspirador, mas brincou que poderia levá-lo a deixar o Instagram para evitar imagens do presidente, de 80 anos, gravando conteúdo com as axilas de fora. O segmento teve pouco mais de 25 minutos. Oliver já havia criticado Jair Bolsonaro na cobertura das eleições de 2022.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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