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Cultura

Lázaro Ramos busca apoio de Wagner Moura na campanha de Feito Pipa ao Oscar

Ator pediu conselhos e contatos ao amigo para divulgar em Los Angeles o filme brasileiro dirigido por Allan Deberton.

Lázaro Ramos afirmou que pediu ajuda a Wagner Moura para ampliar as chances de Feito Pipa na disputa pelo Oscar. O filme, dirigido por Allan Deberton, representa o Brasil na premiação internacional.

Durante uma sessão especial no Festival do Rio, realizada no Centro Cultural FGV na última terça-feira, 6, Lázaro falou sobre a responsabilidade de estar na corrida pelo prêmio e contou que buscou orientações com o amigo, que foi indicado ao Oscar 2026 como melhor ator por O Agente Secreto.

“Conversei, já pedi ajuda, já pedi telefone de gente para ajudar a gente nas festas, nas cerimônias lá em Los Angeles. E ele está superajudando”, disse Lázaro.

Personagem e temas do filme

Em Feito Pipa, o ator interpreta Batista, pai de Dudu, um menino queer de 11 anos. O personagem é um homem duro, com dificuldades para criar vínculos e aceitar o filho como ele é.

Para construir Batista, Lázaro disse que procurou compreender como esse comportamento poderia surgir dentro dele, sem tratar o personagem apenas como um opressor. Pelo trabalho, recebeu o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival de Gramado.

O ator também afirmou que o filme procura tratar de temas como crianças queer, Alzheimer e as dificuldades de pais na aceitação de filhos LGBT+ por meio da sensibilização, e não apenas de uma abordagem conscientizadora. “Ele conecta muito as pessoas através da emoção”, afirmou.

Apoio de Walter Salles

Lázaro disse ainda que recebeu conselhos de Walter Salles, diretor de Ainda Estou Aqui, filme que levou o Brasil ao Oscar recentemente. Para ele, a troca com profissionais que participaram de campanhas anteriores ajuda a fortalecer a indústria brasileira.

Sobre a possibilidade de indicação, o ator reconheceu a pressão pela escolha de dois filmes brasileiros para representar o país na disputa pelo prêmio de melhor filme internacional. Ele mencionou o desafio de uma presença brasileira por três anos seguidos e afirmou que não sabe se Feito Pipa avançará, mas considera que a produção merece.

A expectativa também aparece nas conversas do dia a dia. Lázaro contou que fica nervoso quando perguntam se irá ao Oscar e brincou sobre a escolha do smoking caso a indicação aconteça.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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