O streamer GH Rell RJ associou a investigação sobre a abordagem ao Partido dos Trabalhadores (PT) e defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro após o episódio envolvendo o ator João Victor Gonçalves na entrada do Rock in Rio. A manifestação ocorreu neste sábado, 5, em um vídeo publicado nas redes sociais.
GH negou ter cometido homofobia, mas admitiu que errou ao gravar o ator durante a abordagem. Ele também contestou o relato de João Victor, que afirmou ter temido pela própria segurança e classificou a situação como um ataque homofóbico.
Apesar de reconhecer o erro na gravação, o streamer disse que não pretende alterar sua avaliação sobre a roupa usada pelo ator, intérprete de Mau Mau em Quem Ama Cuida. GH afirmou que considerou o estilo incomum para a realidade da comunidade onde vive e relatou ter reagido com surpresa e risos.
“Máximo respeito, não tenho preconceito nenhum com você”, declarou GH ao se dirigir a João Victor. Em seguida, manteve a crítica à calça e disse que essa opinião continuaria a mesma.
Repercussão
Depois da abordagem, Érika Hilton acionou o Ministério Público contra os envolvidos e a plataforma. Ela também cobrou melhorias na segurança no entorno do festival.
Ao comentar a repercussão, GH levantou uma acusação de racismo e relacionou a investigação ao PT. No mesmo vídeo, afirmou apoiar Jair Bolsonaro e questionou a prisão do ex-presidente. “Bolsonaro está preso injustamente!”, disse o streamer, antes de perguntar qual crime teria sido cometido por Bolsonaro.


