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Economia

Serviços lideram abertura de vagas formais em agosto no Brasil

País criou 165,8 mil postos no mês, enquanto o acumulado de 2026 ficou acima apenas do registrado no início da pandemia.

Serviços lideram abertura de vagas formais em agosto no Brasil
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O setor de serviços respondeu pela maior parte das novas vagas formais abertas no Brasil em agosto, com 110 mil postos. O resultado contribuiu para que todos os cinco grandes agrupamentos econômicos terminassem o mês com saldo positivo, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta terça-feira (29).

A construção aparece em seguida, com 20,8 mil novos empregos. Também houve saldo positivo na indústria, de 16,6 mil, e no comércio, de 16,5 mil. A agropecuária registrou alta de 1,4 mil vagas, impulsionada pelo cultivo de cana-de-açúcar, laranja e melão.

No total, o país abriu 165,8 mil postos de trabalho formais em agosto, alta de 7,2% ante o mesmo mês do ano passado. Foram 2,29 milhões de contratações e 2,12 milhões de demissões no período.

Apesar do saldo mensal positivo, o acumulado de janeiro a agosto de 2026 chegou a 1,134 milhão de empregos formais, o pior resultado desde 2020. O desempenho supera apenas o registrado no ano em que começou a pandemia da Covid-19 no Brasil, quando houve saldo negativo de 1 milhão de empregos.

Os dados dos meses anteriores também indicam perda de ritmo: abril, maio, junho e julho tiveram os piores resultados para cada mês desde 2020.

Quatro unidades da federação fecharam agosto com resultado negativo: Espírito Santo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Rondônia. A maior queda ocorreu em Rondônia, com variação de 0,31% negativa. Na outra ponta, a Paraíba teve a maior alta, de 1,56%, seguida por Amapá, com 1,38%, e Rio Grande do Norte, com 0,92%.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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