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Internacional

Acordo anunciado por Trump sobre ataques à energia ainda não foi confirmado

Kiev e Moscou não confirmaram a declaração, feita por Trump na Truth Social em meio a ataques contra estruturas energéticas.

Acordo anunciado por Trump sobre ataques à energia ainda não foi confirmado
Foto: Sputnik/Gavriil Grigorov/Pool via REUTERS, Reuters e Genya Savilov/AFP

Kiev e Moscou não haviam confirmado a declaração de Trump sobre uma suspensão mútua de ataques contra estruturas de energia até a última atualização. O anúncio foi feito na rede social Truth Social, em meio à continuidade dos bombardeios entre Ucrânia e Rússia.

Trump afirmou que os dois países concordaram em deixar de atacar alvos energéticos. Na mesma publicação, atribuiu principalmente à guerra entre Rússia e Ucrânia a alta do preço do diesel no mundo, e não ao conflito do Irã.

A Ucrânia ampliou nos últimos meses as ações aéreas contra instalações russas. Entre os alvos estão refinarias de petróleo que, em alguns casos, ficam a até 3.000 km da fronteira. Os ataques foram associados a racionamentos de combustível em algumas regiões da Rússia, embora o Kremlin negue essa situação.

Desde o início da guerra, a Rússia também bombardeia instalações de energia ucranianas. Esses locais fazem parte da infraestrutura vital do país e, em alguns casos, são importantes para a calefação das casas.

No final de semana, Trump disse ter pedido à Ucrânia que interrompesse os bombardeios. A Rússia agradeceu o gesto. O texto não registra iniciativa semelhante do líder norte-americano em relação aos ataques russos contra o território ucraniano.

A guerra já dura mais de quatro anos e meio e não tem previsão de término. Os ataques contra a infraestrutura energética tendem a aumentar durante o inverno europeu, segundo a descrição do cenário atual.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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