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Internacional

Burnham inclui retorno à UE entre cenários para relação com bloco

Primeiro-ministro britânico diz que governo examinará alternativas antes de uma cúpula com a União Europeia prevista para este ano.

Burnham inclui retorno à UE entre cenários para relação com bloco
Foto: REUTERS/Toby Melville

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, afirmou que o governo deverá comparar diferentes modelos para a relação do Reino Unido com a União Europeia (UE), sem apontar qual deles considera mais adequado. Entre as possibilidades citadas está a reincorporação ao bloco.

Em entrevista nesta quarta-feira à BBC Radio 4, Burnham mencionou a manutenção do modelo atual, o retorno à união aduaneira e a adesão ao mercado único. Também falou em "ir até o fim", expressão usada para se referir à volta do país à UE.

"Evidentemente, há opções que precisamos considerar", disse o primeiro-ministro, ao afirmar que será necessário avaliar a viabilidade, as vantagens e as desvantagens de cada alternativa. A discussão deverá ser levada a uma reunião de cúpula entre o Reino Unido e a UE, prevista para acontecer até o fim do ano.

Posição do governo

Durante discurso na terça-feira no congresso do Partido Trabalhista, Burnham declarou que pretende apresentar diferentes opções para o relacionamento de longo prazo com o bloco. Ele fez campanha contra a saída do Reino Unido da UE em 2016 e afirmou que o Brexit provocou mais prejuízos do que benefícios ao país, especialmente na economia.

O Partido Trabalhista chegou ao poder em 2024 com um programa de aproximação da UE, mas manteve como limites a não adesão à união aduaneira e ao mercado único, além da rejeição à retomada da livre circulação de pessoas.

A cúpula, inicialmente prevista para julho, foi adiada após a renúncia do então primeiro-ministro Keir Starmer. Outro tema previsto é a política "Made in Europe", que prioriza empresas e produtos da aliança em alguns setores. O Reino Unido quer tratamento equivalente para suas empresas.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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