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Vídeo de pai alerta para colchão queimado após celular ser deixado sob almofada

Incidente ocorreu em João Pessoa durante a madrugada; Kaleb acordou com calor no rosto e fumaça, mas ninguém se feriu.

Vídeo de pai alerta para colchão queimado após celular ser deixado sob almofada
Foto: Arquivo Pessoal/Domires Reis

Um vídeo publicado por Domires, pai de Kaleb, ultrapassou 1 milhão de visualizações e foi compartilhado mais de 120 mil vezes ao mostrar um colchão atingido pelo fogo durante a recarga de um celular. O registro foi divulgado como alerta para os riscos de manter o aparelho perto de materiais inflamáveis.

O incidente ocorreu na madrugada desta sexta-feira (4), enquanto o jovem, de 21 anos, dormia. De acordo com o pai, Kaleb havia chegado cansado do trabalho, onde atua como estagiário, e adormeceu sem notar que uma almofada estava sobre o celular.

Jovem percebe fumaça durante o sono

Por volta das 5h, Kaleb despertou ao sentir calor próximo ao rosto. O quarto estava com fumaça e forte cheiro de material queimado. Ele chamou a família, que identificou marcas de tecido queimado na mão do jovem.

“Ele acordou de repente sentindo o calor próximo do rosto e o quarto tomado de cheiro forte e fumaça, foi quando nos chamou”, contou Domires.

As chamas ficaram restritas à região do colchão e não alcançaram o restante do quarto. O celular não foi danificado e, conforme o pai, não explodiu. Ninguém ficou ferido, e o fogo foi contido pela família.

Orientação sobre carregamento

O aparelho esquenta naturalmente durante a carga. Sem ventilação adequada, pode superaquecer e provocar problemas na bateria, com risco de explosão. Por isso, não é recomendado deixá-lo carregando próximo de colchões ou de outros objetos inflamáveis.

Domires também publicou um alerta para que as pessoas evitem manter o celular carregando ao lado enquanto dormem. “Por pouco não aconteceu um incêndio. Muito cuidado”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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