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Equipes da FAB vão apurar queda de helicóptero em Urubici

Peritos do Cenipa e do Seripa V investigarão a queda que matou o cantor Rick, o empresário Bruno Avelar e outras três pessoas.

Equipes da FAB vão apurar queda de helicóptero em Urubici
Foto: Divulgação Bombeiros de SC

Os destroços do helicóptero que transportava o cantor Rick, da dupla com Renner, foram localizados na Serra Catarinense. A aeronave havia desaparecido na segunda-feira (21), pouco depois de decolar de Porto Belo com destino a São Joaquim.

A Força Aérea Brasileira acionou nesta terça-feira (22) equipes para iniciar a apuração do acidente. Peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), sediado em Brasília, e do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa V), baseado em Canoas (RS), serão enviados ao local.

A investigação começará pela chamada ação inicial. Nessa etapa, investigadores credenciados coletam e confirmam informações sobre a ocorrência, analisam os danos na aeronave e levantam dados considerados relevantes para identificar os fatores relacionados à queda.

Além de Rick, estavam no helicóptero o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares e os tripulantes Antônio e Leopoldo, identificados pela empresa como piloto e copiloto, respectivamente. Ninguém sobreviveu.

A FAB participou das buscas e ajudou a encontrar a área dos destroços. De acordo com a força, a aeronave SC-105 Amazonas cumpriu 13 horas de voo durante a operação para localizar sinais do helicóptero.

Antes da viagem, Rick e Avelar haviam saído de Jundiaí (SP) em um jatinho para o litoral catarinense. De lá, seguiram de helicóptero em direção à serra.

O helicóptero era um Bell 430 fabricado em 2001 e estava registrado em nome da JTA Empreendimentos e Urbanismo Ltda. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a situação era regular, com certificado de aeronavegabilidade válido até agosto de 2027. O modelo, porém, não podia ser usado como táxi aéreo nem em voos de instrução.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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