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Jean Pierre morre após ser retirado de galeria na Praia Central

Prefeitura de Balneário Camboriú confirmou a morte do cão, resgatado por guarda-vidas após cair em uma abertura da obra.

Jean Pierre morre após ser retirado de galeria na Praia Central
Foto: Reprodução/CBMSC

A Prefeitura de Balneário Camboriú confirmou na segunda-feira (7) a morte de Jean Pierre, cachorro que havia sido retirado de uma galeria de macrodrenagem na Praia Central. O animal caiu no domingo (6), em uma abertura na faixa de areia, e não resistiu após o acidente.

A estrutura tinha difícil acesso, presença de água e uma abertura de cerca de 1 metro quadrado. Para localizar o cão, dois guarda-vidas entraram na galeria e acompanharam o sentido da correnteza. A profundidade era de cerca de 1,70 metro.

Depois de 10 minutos de buscas, os profissionais encontraram Jean Pierre a cerca de 60 metros do ponto onde ele havia caído. O resgate foi concluído com o auxílio de uma escada. O cachorro estava muito cansado e não conseguia ficar em pé.

Os guarda-vidas secaram o animal com panos para aquecê-lo. Naquele momento, o estado de saúde melhorou, e Jean Pierre foi entregue à tutora, que se comprometeu a levá-lo a um veterinário.

Medidas na área da obra

O município informou que o local estava cercado, mas o cachorro conseguiu passar pelas barreiras de segurança e caiu na abertura. Após o acidente, a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano procurou a empresa responsável pela execução da obra. Segundo a prefeitura, a empresa tomou providências para reforçar a proteção das áreas que continuam em intervenção.

A administração municipal também informou que a empresa já havia sido comunicada formalmente para concluir os serviços remanescentes. Após o descumprimento de prazos, foram adotadas medidas administrativas para a penalização da empresa.

Em nota, a prefeitura lamentou a morte e prestou solidariedade à família. O município reforçou que as barreiras têm a função de impedir o acesso às áreas de intervenção e proteger pessoas e animais. “Essas estruturas não devem ser rompidas, removidas ou danificadas”, afirmou a administração, que também alertou para a possibilidade de responsabilização em caso de violação ou depredação.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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