PORTO ALEGRE — A Polícia Civil aguarda o laudo pericial para determinar a causa da morte de João Vitor Marchan de Oliveira, de 14 anos, e esclarecer as circunstâncias do caso. O adolescente morreu nesta semana, em Porto Alegre, depois de ser levado ao Hospital Cristo Redentor.
A investigação é conduzida como homicídio. O delegado Daniel Queiroz informou que João Vitor teria sido agredido na última terça-feira (6), no condomínio Irmãos Marista, situado em um loteamento do bairro Mario Quintana, na Zona Norte da cidade.
Investigação
Ainda não há confirmação sobre o tipo de agressão nem sobre a gravidade dos ferimentos. A perícia deverá contribuir para estabelecer a causa da morte, enquanto a Polícia Civil reúne depoimentos e procura identificar eventuais responsáveis.
“O relato inicial é no sentido de espancamento, mas estamos confirmando as versões”, afirmou Queiroz. Segundo o delegado, o pai do adolescente disse apenas que ele não teria ido à escola.
Depois de ser socorrido, João Vitor permaneceu internado. Na quarta-feira (7), não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil ainda pretende ouvir familiares, respeitando o período de luto.
O velório foi realizado entre a manhã e a tarde desta quinta-feira (8), no cemitério João XXIII, em Porto Alegre. As equipes responsáveis pelo caso continuam trabalhando na coleta de informações e na realização dos exames periciais.
O Centro Social Marista, instituição onde o adolescente estudava, divulgou uma nota de pesar. A escola afirmou que João Vitor era um jovem muito querido e manifestou solidariedade aos familiares. A apuração permanece em andamento, e novas informações são esperadas após a conclusão da perícia e dos depoimentos.


