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Política

Caiado critica ministros do STF após sessão terminar sem decisão sobre investigação

Candidato à Presidência afirmou que os conflitos entre ministros constrangem o país e pediu a saída de Alexandre de Moraes da Corte.

Caiado diz que STF "perdeu o rumo" após sessão marcada por bate-bocas
Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) criticou o comportamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) após uma sessão marcada por discussões terminar sem definição sobre a investigação envolvendo Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Em publicação no X, Caiado afirmou que os conflitos entre os ministros ultrapassaram “o limite do insustentável”. Ele também disse que o episódio constrangeu o país e criticou a manifestação pública da ministra Cármen Lúcia, que pediu desculpas pelo comportamento do próprio Tribunal.

A sessão foi encerrada depois que o ministro Flávio Dino pediu vista. A votação terminou com placar de 4 a 3 contra a reunião, em um único julgamento, dos casos relacionados a Moraes e ao ministro André Mendonça. Dino terá até 90 dias para analisar o processo antes de devolver os autos ao plenário.

Caiado também declarou que o Brasil não pode continuar em um cenário de instabilidade. “O Brasil precisa e vai voltar a ter ordem!”, escreveu o ex-governador de Goiás.

Mais cedo, o candidato havia defendido a saída de Alexandre de Moraes do STF. Para Caiado, a retirada imediata do ministro seria a “única atitude aceitável”. Em outra publicação, afirmou nunca ter visto um escândalo dessa gravidade atingir o Supremo e classificou o julgamento como um dia histórico.

A sessão no Supremo

O STF realizou uma sessão extraordinária para analisar a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes. O caso envolve mensagens trocadas com Daniel Vorcaro no âmbito do Caso Master.

Na segunda parte dos trabalhos, os ministros votaram uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes. O decano reuniu os processos relacionados a Moraes e à conduta de Mendonça e adiou o julgamento para o dia 23 de setembro.

Com o pedido de vista de Flávio Dino, a sessão foi encerrada sem uma decisão final sobre o conjunto dos casos.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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