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Política

Lei aprovada em março restringirá voto de presos a partir de 2028

Presos provisórios ainda podem votar neste domingo, mas nova regra eleitoral alcançará detentos provisórios e condenados nas próximas eleições.

Lei aprovada em março restringirá voto de presos a partir de 2028
Foto: Reprodução

Apenas 3% dos presos provisórios que poderiam votar formalizaram o pedido à Justiça, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No Brasil, há 13 mil pessoas nessa condição aptas a participar das eleições, desde que manifestem essa intenção.

A regra atual permite o voto de quem está preso provisoriamente. A suspensão desse direito ocorre somente depois do trânsito em julgado, quando a condenação se torna definitiva. Por isso, Daniel Vorcaro e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, poderão votar neste domingo (4).

Vorcaro está preso na Papudinha, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, e ainda não foi denunciado pelo Ministério Público. Antunes também não tem condenação definitiva. O ex-presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, está preso em casa, em Brasília, e não participará do pleito.

Mudança prevista para 2028

A Lei Antifacção, aprovada em março e em vigor desde março deste ano, estabeleceu que qualquer tipo de preso perde o direito ao voto. A alteração, contudo, não vale para a eleição deste domingo.

A legislação eleitoral determina que mudanças nas regras sejam feitas pelo menos um ano antes do pleito. Como a lei foi aprovada em março, a nova restrição passará a valer nas eleições de 2028. A partir daí, presos provisórios e presos condenados não deverão votar.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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