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Política

Renan Santos promete enfrentar o Centrão e rejeita alianças no segundo turno

Candidato do Missão defendeu mudanças fiscais, criticou o Supremo e descartou apoio a Flávio Bolsonaro ou Lula.

Renan Santos diz que dever do partido dele é derrotar o Centrão
Foto: Gabriel Silva/Raspress/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, afirmou que o partido terá como prioridade derrotar o Centrão e descartou apoiar Flávio Bolsonaro ou Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno. As declarações foram dadas durante sabatina realizada na sexta-feira, 11.

Santos associou a vitória do Partido Missão à defesa da democracia brasileira. “Derrotar o Centrão, que para mim é a grande anomalia da política brasileira, é o dever do meu partido político”, disse.

Na área econômica, o candidato voltou a defender a desvinculação dos pisos da saúde e da educação. Segundo ele, a medida permitiria maior controle das contas públicas, ampliaria a capacidade de o governo elaborar seu orçamento e elevaria os investimentos. Santos também afirmou que sua proposta prevê mudanças nos gatilhos automáticos de reajuste de benefícios vinculados ao salário mínimo.

Posições sobre segurança e instituições

Santos declarou ser pessoalmente favorável à pena de morte, mas disse que o tema não seria tratado em um primeiro mandato. “Nos quatro anos de mandato, acho que é uma discussão que não é possível”, afirmou. Ele também rejeitou a classificação de radical e disse se considerar uma pessoa sensata.

Em uma rodada de respostas rápidas, o candidato defendeu uma dosimetria para condenados pelos atos de 8 de janeiro, a alteração completa do foro privilegiado e o fim da reeleição. Também se declarou favorável à autonomia do Banco Central.

Ao falar sobre o Supremo Tribunal Federal, Santos afirmou que a crise na Corte poderá alterar a dinâmica das eleições nas próximas duas semanas. Ele disse não reconhecer Alexandre de Moraes como ministro legítimo após revelações sobre um suposto envolvimento dele com o Banco Master.

Questionado sobre os possíveis efeitos políticos da crise, Santos afirmou acreditar que Lula será o mais afetado, mas acrescentou que ainda seria preciso observar o que ocorreria com Flávio Bolsonaro. O candidato também acusou os grupos políticos de Lula e Flávio de corrupção ao explicar por que não pretende apoiá-los.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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