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Saúde

Netinho morre aos 60 anos após recaída de linfoma e falência de órgãos

Cantor enfrentou três AVCs, cirurgias cerebrais, internações prolongadas e duas fases de tratamento contra o câncer.

O cantor Netinho, 60, morreu nesta terça-feira, 13, em Salvador, após complicações causadas por um linfoma não Hodgkin do tipo B. Diagnosticada em 2025, a doença provocou insuficiência renal e falência múltipla de órgãos.

Conhecido por músicas como Milla e Beijo na Boca, Netinho enfrentava problemas graves de saúde desde 2013. Em abril daquele ano, procurou atendimento médico por causa de dores intensas. Exames identificaram adenomas hepáticos, tumores benignos no fígado. Durante uma biópsia, ele sofreu uma hemorragia e precisou passar por uma cirurgia de emergência.

Transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o cantor teve três acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e foi submetido a três cirurgias cerebrais em sete dias. Depois de seis meses internado, recebeu alta em cadeira de rodas e com 58 quilos. Mais tarde, relacionou parte dos problemas ao uso de anabolizantes prescritos por um médico.

Tratamento e retorno aos palcos

Em 2014, Netinho foi internado novamente por causa de uma depressão profunda. A permanência durou seis meses, período em que ele recebeu uma válvula cerebral para tentar controlar complicações neurológicas. No ano seguinte, passou por cinco meses de reabilitação no Hospital Sarah Kubitschek, em Salvador, e voltou a ser hospitalizado após tentar retomar os shows.

Em fevereiro de 2025, exames detectaram o linfoma não Hodgkin do tipo B, descrito como agressivo. O diagnóstico levou ao cancelamento de seis apresentações previstas para o Carnaval. Durante cinco meses, o cantor fez quimioterapia. Após a quarta etapa, os exames não apontaram sinais do câncer, e o transplante de medula previsto inicialmente foi descartado. Netinho voltou a se apresentar em outubro daquele ano.

Em maio de 2026, ele informou que o linfoma havia retornado após exames feitos para investigar um problema renal. A quimioterapia foi retomada em junho. Em agosto, disse ter concluído nove das dezesseis sessões previstas antes de um transplante autólogo de medula óssea.

Em setembro, a equipe anunciou nova internação no Hospital Aliança Star e o afastamento temporário das redes sociais. O objetivo informado era permitir que o cantor se concentrasse no tratamento.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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