SÃO PAULO — Três cadeias de transmissão de sarampo seguem sob acompanhamento das equipes de vigilância epidemiológica em São Paulo. Elas foram identificadas em junho, julho e agosto, enquanto um quarto agrupamento, registrado entre março e abril, foi encerrado depois de 12 semanas sem novos casos.
A Secretaria de Estado da Saúde confirmou dois novos diagnósticos em crianças menores de 2 anos, na capital. Os registros, notificados em agosto, passaram a integrar o balanço epidemiológico nesta quarta-feira (9), após confirmação laboratorial.
O estado contabiliza 30 casos da doença em 2026. A capital reúne 27 ocorrências; São Bernardo do Campo tem dois registros, e Guarulhos, um. Todos os casos estão concentrados na região metropolitana de São Paulo.
Em 22 ocorrências, não havia registro de vacinação contra o sarampo ou o esquema estava incompleto. No ano passado, foram registrados dois casos em todo o território paulista.
De acordo com a secretaria, os diagnósticos mais recentes fazem parte de cadeias já identificadas. As equipes de saúde investigam os casos, acompanham pessoas que tiveram contato com os pacientes e analisam a necessidade de vacinação e de outras ações de controle.
A primeira cadeia deste ano foi associada a dois casos importados e não apresentou novos registros após o período de monitoramento. As outras três permanecem em acompanhamento pelas autoridades de vigilância.


