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Saúde

William Nascimento relata preparação para série e anos como motorista de aplicativo

Ator interpreta um enfermeiro militar e evangélico em Emergência 53 e relembra os desafios até consolidar a carreira no audiovisual.

William Nascimento interpreta Átila em Emergência 53, série do Globoplay sobre a rotina de uma unidade de socorristas. Para o papel, o ator acompanhou atividades do SAMU, estudou procedimentos de primeiros socorros e passou por preparação física para representar um enfermeiro que também integra a Brigada Paraquedista.

Nascimento, 33 anos, contou que a experiência pessoal ajudou na construção do personagem. Ele é evangélico e cresceu ao lado de um irmão de criação que reúne características semelhantes às de Átila: também é enfermeiro, paraquedista e segue a mesma fé. O ator afirmou que procurou levar essa vivência para a ficção com respeito a outras crenças e pessoas.

A preparação incluiu acompanhamento de endocrinologista, nutricionista e personal trainer. O objetivo foi ganhar massa muscular para alcançar a aparência de um militar. A transformação foi diferente daquela feita para interpretar o lutador Anderson Silva, em 2023. Na ocasião, Nascimento reduziu a massa muscular e perdeu 10 quilos.

Da formação ao audiovisual

O ator disse ter 18 anos de carreira. Seu interesse pela profissão surgiu na infância, quando acompanhou as irmãs gêmeas em um curso de passarela e moda. A professora o convidou para assistir às aulas e, depois, recomendou à mãe que investisse nele. Nascimento passou pelo Tablado, participou do Nós do Morro e começou no teatro.

Antes de ganhar projeção com Anderson Silva, ele participou de outros projetos. Entre eles estão a novela Dona Beja, o filme Na Linha de Fogo, que homenageia a CORE, da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e Corações Naufragados, produção sobre a história do Brasil na Segunda Guerra Mundial e os navios sergipanos torpedeados naquele período.

A consolidação da carreira, segundo o ator, foi marcada por dificuldades financeiras e pela incerteza sobre a continuidade na profissão. A partir dos 20 anos, ele chegou a considerar um emprego com carteira assinada para ter renda estável. Nesse período, trabalhou por três anos como motorista de aplicativo.

O trabalho permitiu que conciliasse a atividade profissional com a carreira artística e ajudou a custear sua rotina. Nascimento afirmou que teve vontade de desistir várias vezes, mas continuou a receber oportunidades. Para ele, a experiência como motorista contribuiu para que permanecesse no caminho da atuação até alcançar novos papéis no audiovisual.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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