São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00%
Notícia com critério
Cultura

Entidades contestam classificação de O Diário de Anne Frank como “vitimista”

Museu do Holocausto e Federação Israelita divulgaram notas após comentário feito por frequentadora da Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

O Museu do Holocausto e a Federação Israelita divulgaram notas de repúdio após uma frequentadora da Bienal Internacional do Livro de São Paulo classificar O Diário de Anne Frank como um livro “vitimista”. As manifestações foram emitidas na última terça-feira, 15.

As entidades afirmaram que o diário registra a experiência de uma adolescente judia perseguida pelo nazismo durante a Segunda Guerra Mundial. “Narrar o sofrimento não significa fazer dele uma identidade”, diz o texto divulgado pelas instituições.

O comentário surgiu durante uma entrevista feita por uma influenciadora com uma jovem que participava da Bienal. Ao responder qual havia sido o melhor e o pior livro lido durante o evento, a frequentadora apontou a obra sobre Anne Frank como a pior e justificou a escolha com a classificação “vitimista”.

O livro reúne os relatos da adolescente sobre o período em que permaneceu confinada em um esconderijo durante a ocupação nazista da Holanda.

A declaração provocou repercussão nas redes sociais. Historiadores e usuários comentaram o episódio, apontando falta de conhecimento sobre a tragédia nazista e ausência de empatia.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.