LOS ANGELES — O rapper Lil Durk foi absolvido das acusações de ter planejado a morte de Tyquian Terrel Bowman, músico com quem mantinha desavenças. O julgamento ocorreu em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Os promotores sustentavam que Durk havia enviado atiradores para matar Bowman. O alvo não foi atingido: Saviay'a Robinson, primo do rapper, foi morto nas proximidades de um posto de gasolina.
A acusação afirmou que o crime teria sido motivado por vingança pela morte de um amigo de Durk, assassinado em 2020 por um integrante do grupo de Bowman. Preso desde 2024, o artista respondia a cinco acusações, entre elas conspiração, perseguição e assassinato.
Marissa Goldberg, advogada de Durk, declarou que o cliente é inocente: "Ele não estava lá. Ele não tinha nenhuma ligação com o caso." Ela responsabilizou Kavon Grant, funcionário do rapper. Grant, porém, afirma que organizou o assassinato a mando do próprio artista.
A absolvição não resultará na libertação de Durk. O rapper ainda responde a acusações de extorsão e porte ilegal de armas. Um novo julgamento deve ocorrer no próximo mês. Durk recebeu um prêmio no Grammy em 2024.


