DUQUE DE CAXIAS — A coroação de Anitta como rainha de bateria da Grande Rio voltou a colocar em discussão a origem dos títulos ligados à posição diante das baterias. A cerimônia ocorreu no domingo, 20, na quadra da escola, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
A cantora recebeu a coroa de Eloína dos Leopardos, identificada como a primeira rainha de bateria do Carnaval carioca. Depois do evento, Monique Evans declarou no X que ocupou antes o posto de madrinha de bateria. “Eu fui a primeira madrinha de bateria”, escreveu a ex-modelo na segunda-feira, 21. Ela também afirmou que Luiza Brunet e Luma de Oliveira vieram depois dela.
A manifestação gerou críticas de internautas, que mencionaram a atuação anterior de Eloína à frente da bateria da Beija-Flor. Ela comandou o setor da escola entre 1976 e 1978.
Monique começou a desfilar pela Mocidade Independente de Padre Miguel em 1984. Sua trajetória ficou associada à entrada de celebridades nesse espaço do Carnaval e à ampliação da presença de mulheres famosas diante das baterias. A discussão passou a envolver, assim, distinções entre os títulos de rainha e madrinha e os momentos em que cada uma dessas funções ganhou reconhecimento.


