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Economia

Banco Mundial e FMI ampliam avaliação da dívida de países de baixa renda

Revisão inclui dívida interna, mudanças climáticas e novos testes para medir riscos de sustentabilidade; aplicação é esperada para 2027.

Banco Mundial e FMI ampliam avaliação da dívida de países de baixa renda
Foto: Xinhua

O Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovaram mudanças no modelo usado para avaliar a capacidade de países de baixa renda de assumir novos empréstimos. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (21), após decisão dos conselhos executivos das duas instituições.

A estrutura de sustentabilidade da dívida serve para verificar se um país consegue contratar crédito adicional sem comprometer o pagamento dos empréstimos que já possui. A atualização deverá começar a valer no segundo semestre de 2027.

A revisão conjunta, a primeira desde 2017, amplia o foco sobre a dívida interna e incorpora as mudanças climáticas à análise dos desafios de desenvolvimento de longo prazo. O objetivo é aperfeiçoar a avaliação dos riscos relacionados à sustentabilidade da dívida e a medição da capacidade de endividamento dos países.

Novos instrumentos de avaliação

Entre as mudanças previstas estão novas ferramentas para examinar a sustentabilidade das contas públicas. Banco Mundial e FMI também pretendem aprimorar as ferramentas de realismo e os testes de estresse usados para verificar a consistência e a precisão das previsões.

O Banco Mundial informou ainda que as instituições vão incentivar os países a melhorar a transparência dos dados sobre a dívida. A revisão foi proposta em um cenário no qual muitos países de baixa renda registram aumento do endividamento e diversificação das fontes de financiamento, com mais empréstimos internos e externos em condições comerciais.

Uma avaliação concluída em julho indicou que o modelo vinha identificando antecipadamente episódios de sobreendividamento e ajudando os países a tomar decisões sobre empréstimos e financiamentos. O mesmo exame apontou áreas que precisavam ser atualizadas para considerar novos desafios.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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