São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00%
Notícia com critério
Economia

Petróleo avança 75,6% e café mantém ritmo forte nas exportações

Dados da Secex mostram alta nos embarques de café, petróleo e soja, enquanto milho e carne bovina recuaram no início de setembro.

Petróleo avança 75,6% e café mantém ritmo forte nas exportações
Foto: Reuters

As exportações brasileiras de petróleo somaram 5,25 milhões de toneladas até a segunda semana de setembro, com média diária de 656,2 mil toneladas. O volume representa alta anual de 75,6%, em um período marcado pela produção recorde do país pelo segundo mês consecutivo em julho.

O café verde também manteve avanço no comércio exterior. Os embarques chegaram a 107,9 mil toneladas, equivalentes a 1,8 milhão de sacas de 60 kg, e registraram média diária de 13,49 mil toneladas. Em setembro de 2025, a média diária havia sido de 8.900 toneladas considerando todo o mês.

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados nessa segunda-feira (14). O resultado do café ocorre depois de o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) registrar, em agosto, mais de 4 milhões de sacas de 60 kg embarcadas, o maior volume para o mês. A maior disponibilidade da safra brasileira veio após atrasos na colheita em julho.

Soja mantém alta; milho e carne recuam

As exportações de soja alcançaram 2,92 milhões de toneladas até a segunda semana de setembro. A média diária foi de 364,4 mil toneladas, 9,2% acima do resultado de setembro de 2025. O país vem embarcando volumes de uma safra recorde.

O milho teve desempenho diferente. Os embarques somaram 2,29 milhões de toneladas, com média diária de 286,2 mil toneladas e queda de 16,7% ante setembro de 2025. O produto brasileiro ficou menos competitivo que o argentino, enquanto uma parcela maior dos grãos foi destinada à produção local de etanol.

As exportações de carne bovina totalizaram 79,8 mil toneladas até a segunda semana de setembro, com média diária de 9,96 mil toneladas. O resultado representa recuo de 30,3% no comparativo anual. A queda também havia sido registrada em agosto e ocorre durante o encerramento da cota de importação da China com tarifa mais baixa em 2026.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.