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Internacional

Projeto de arco em Washington prevê drones, munição e posições para atiradores

Estrutura terá 76,2 metros e enfrenta ações judiciais por impacto na paisagem histórica da capital americana.

Projeto de arco em Washington prevê drones, munição e posições para atiradores

O projeto do arco triunfal que Donald Trump pretende construir em Washington prevê espaço para armazenar drones e munição, além de áreas destinadas a atiradores de elite no telhado e na praça. A estrutura será erguida no Receptive Circle, próximo à Ponte Memorial de Arlington, às margens do Rio Potomac.

Trump afirmou que a inclusão desses elementos ocorreu por solicitação dos militares dos Estados Unidos e por razões de segurança nacional. Em uma publicação na Truth Social, escreveu: “Não haverá nenhuma instalação como esta em nenhum lugar do mundo”.

A Comissão de Belas Artes dos EUA aprovou o projeto em maio. A versão revisada reduziu a altura prevista de cerca de 78 metros para 76,2 metros. Com essa dimensão, o arco ficaria acima do Monumento à Revolução, na Cidade do México, que tem aproximadamente 67 metros.

A proposta inclui duas águias douradas ao lado da estrutura principal. Os quatro leões previstos inicialmente para a base foram retirados. Também estão previstas as inscrições “Uma Nação Sob Deus” e “Liberdade e Justiça para Todos”, presentes no juramento de fidelidade dos EUA. No topo, haverá uma figura semelhante à Estátua da Liberdade segurando uma tocha.

Disputa judicial

Um grupo de veteranos e um historiador acionaram a Justiça federal para tentar impedir a construção. Eles afirmam que o arco prejudicaria a linha de visão entre o Memorial Lincoln e a Arlington House, no Cemitério Nacional de Arlington.

O Departamento do Interior, que supervisiona o Serviço Nacional de Parques, é responsável pelo terreno escolhido. Trump e o secretário do Interior dos EUA, Doug Burgum, dizem que Washington é a única entre as 59 principais cidades e capitais do mundo sem um arco triunfal.

Outra ação judicial questiona a proposta de aplicar revestimento azul ao interior do espelho d’água do Memorial Lincoln. A Cultural Landscape Foundation sustenta que a medida, planejada para as comemorações de 4 de julho pelos 250 anos da independência dos EUA, não passou pelas revisões exigidas e viola leis federais de preservação histórica. Uma audiência sobre o caso estava marcada para esta quinta-feira em um tribunal federal de Washington.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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