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Internacional

Brasileira é detida em Bali com cocaína líquida em frascos de xampu

Mulher de 36 anos levava cerca de quatro quilos da droga e pode ser condenada à prisão perpétua na Indonésia.

Brasileira é detida em Bali com cocaína líquida em frascos de xampu
Foto: Unsplash/Sebastian Pena Lambarri

Uma brasileira de 36 anos foi presa em Bali, na Indonésia, após agentes encontrarem cerca de quatro quilos de cocaína líquida escondidos em frascos de cosméticos. A prisão ocorreu pouco depois de ela desembarcar, vinda do Brasil, na semana passada. As autoridades locais anunciaram o caso na segunda-feira (12).

A droga estava diluída em sete frascos de xampu e em outros produtos de higiene pessoal. De acordo com a polícia, a apreensão está entre as maiores de cocaína líquida já registradas em Bali.

A mulher, que não teve o nome divulgado, disse aos investigadores que recebeu de um brasileiro a tarefa de entregar a cocaína a uma pessoa em Bali. Em troca, receberia US$ 50 mil, valor equivalente a cerca de R$ 249 mil. Se for considerada culpada, poderá ser condenada à prisão perpétua.

“Estamos decididos a garantir que não haja espaço para o tráfico de drogas ilícitas na região de Bali”, declarou Ariasandy, porta-voz da polícia.

A legislação da Indonésia prevê inclusive a pena de morte para crimes relacionados a drogas. O país mantém, porém, uma moratória sobre execuções há vários anos. Centenas de supostos traficantes, entre eles dezenas de estrangeiros, aguardam no corredor da morte.

A pena capital foi aplicada pela última vez em 2016, quando um indonésio e três nigerianos condenados por crimes ligados a drogas foram executados. Em julho, um piloto da Malaysia Airlines foi detido por tentar transportar em sua mala mais de 70.000 comprimidos de ecstasy e por pilotar sob influência de metanfetaminas, MDMA e cocaína.

O Itamaraty ainda não havia se manifestado sobre o caso até a última atualização das informações.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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