A definição da sede da final da Copa do Mundo ainda depende da Fifa, que não informou quando anunciará a escolha entre Espanha, Portugal e Marrocos. A organização afirmou apenas que divulgará a decisão em um momento oportuno.
Enquanto o anúncio não ocorre, o presidente da Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Rafael Louzán, defendeu que a partida seja disputada na Espanha. Ele citou a condição de atual campeã mundial e a capacidade do país para organizar grandes eventos.
À rádio Cadena SER, Louzán afirmou: “Embora nenhuma decisão tenha sido tomada [pela Fifa], acredito que a Espanha seja o lugar certo”. O dirigente também classificou como “slogan eleitoral” a promessa feita pelo presidente da Federação Real Marroquina de Futebol (RMFF), Fouzi Lekjaa.
Lekjaa havia dito, durante um evento de um partido político, que Casablanca teria a “honra” de receber a decisão. A declaração foi criticada pelo primeiro-ministro marroquino, Aziz Akhannouch, que cobrou uma discussão prévia com Espanha e Portugal.
“Não se ofereçam para sediar a grande final no Marrocos enquanto ainda não discutimos o assunto com nossos aliados, Espanha e Portugal”, disse Akhannouch. Ele também afirmou que a definição da cidade da final é uma questão de grande importância e peso.
Louzán sustentou ainda que a decisão não deveria ser realizada fora da Espanha. Para ele, o país reúne razões para receber a partida, embora a Fifa ainda não tenha escolhido a sede.


