São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00%
Notícia com critério
País

Homem condenado por quatro mortes em 1993 é preso após mais de 30 anos foragido

Detenção ocorreu em Taquaritinga do Norte, durante operação das polícias Civil da Paraíba e Militar de Pernambuco.

Homem condenado por quatro mortes em 1993 é preso após mais de 30 anos foragido

Um homem de 74 anos, condenado pela morte de quatro pessoas da mesma família, foi preso no sábado (19), na zona rural do município, em Pernambuco. Ele estava foragido havia mais de 30 anos e foi localizado em uma operação conjunta das polícias Civil da Paraíba e Militar de Pernambuco.

O acidente ocorreu em 28 de março de 1993, na BR-426, entre Princesa Isabel e Tavares, no Sertão da Paraíba. Conforme a Polícia Civil, o homem dirigia um Fusca em alta velocidade e sob efeito de álcool quando atropelou seis pessoas.

Morreram o pai, a mãe e duas crianças, de 8 anos e 1 ano. Outros dois filhos do casal, de 2 e 6 anos, ficaram gravemente feridos. A identidade do condenado não foi divulgada.

Condenação e prisão

O Ministério Público denunciou o motorista por homicídio doloso, sob a alegação de que ele havia assumido o risco de causar as mortes. A Justiça o condenou, mas, segundo a polícia, ele não se apresentou para começar a cumprir a pena e passou a ser procurado.

A Polícia Civil informou que a pena continua válida porque já havia condenação e não houve prescrição no caso. A prescrição ocorre quando termina o prazo previsto em lei para que o Estado puna alguém ou faça cumprir uma pena. Em situações de condenação definitiva, o prazo considera a pena aplicada e outras circunstâncias previstas na legislação.

Após a prisão, o homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Santa Cruz do Capibaribe, onde foram tomadas as providências legais. Até a última atualização, não havia informação sobre uma possível transferência para a Paraíba nem definição sobre o local para onde ele será encaminhado a fim de cumprir a pena.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.