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Furão-da-Amazônia é retirado de casa após sete meses e levado ao zoológico

Animal foi encontrado ferido na AM-010, criado como pet em Manaus e agora passa por cuidados veterinários no CIGS.

Furão-da-Amazônia é retirado de casa após sete meses e levado ao zoológico
Foto: Divulgação/Ipaam

Um furão-da-Amazônia foi resgatado no último domingo (13), após passar sete meses em uma casa na Zona Norte de Manaus. O animal foi levado ao Zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), onde recebe atendimento e acompanhamento veterinário.

O furão havia sido encontrado ferido no km 30 da rodovia AM-010, entre Manaus e Rio Preto da Eva. Depois de ser levado para uma residência, passou a ser tratado como animal de estimação, prática proibida pela legislação ambiental.

Com o crescimento, o animal apresentou comportamento mais agressivo. O morador, então, procurou o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), que realizou o resgate e encaminhou o furão para uma estrutura adequada.

Atendimento no zoológico

No CIGS, o animal passou por exames, avaliação veterinária e quarentena. Atualmente, está saudável e adaptado ao espaço. A equipe mantém cuidados diários e promove atividades de enriquecimento ambiental para estimular comportamentos naturais da espécie.

Durante o período em que viveu como pet, o furão recebeu manejo inadequado, principalmente na alimentação. A tenente Lauren Bazzi, médica veterinária do CIGS, afirmou que o animal passou por um processo de “humanização excessiva”. Segundo ela, isso ocorreu porque ele foi muito domesticado e perdeu traços de animal silvestre.

O furão-da-Amazônia é um mamífero silvestre encontrado na região amazônica. Tem hábitos predominantemente terrestres, comportamento ativo e predatório, e se alimenta de pequenos animais. Por isso, necessita de alimentação, espaço e manejo específicos, diferentes daqueles oferecidos a animais domésticos.

Órgãos ambientais orientam que animais silvestres feridos ou em situação de risco sejam encaminhados às autoridades responsáveis. O objetivo é garantir atendimento adequado e, quando possível, a destinação a locais apropriados. A transferência para o CIGS também integra ações de conservação da fauna amazônica e de educação ambiental.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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