Leitores comentaram o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal e atribuíram à decisão de André Mendonça diferentes implicações políticas e institucionais. Cesar Costa, de São Paulo, defendeu o afastamento imediato de Mendonça, Moraes, Toffoli, Gonet e Andrei. Para ele, os relacionamentos mencionados com Vorcaro desmoralizam e enfraquecem as instituições responsáveis por combater e julgar criminosos.
Reinaldo Silva, do Rio de Janeiro, criticou a decisão monocrática de Mendonça e afirmou que um ministro do Supremo Tribunal Federal não deveria afastar uma pessoa nomeada pelo Executivo para um cargo de confiança sem processo disciplinar. Também pediu investigação sobre a atuação do ministro nas eleições em favor de Flávio.
Maria Eloisa Montero Miguez, de São Paulo, defendeu investigação sobre Moraes, o afastamento de Toffoli e Nunes Marques e a substituição de Mendonça como relator. Ela citou críticas ao ministro relacionadas à seletividade, ao cumprimento das normas legais e à produção, em agosto de 2020, de um dossiê com nomes de funcionários públicos, professores e jornalistas críticos ao governo Bolsonaro.
Deborah Brandt, de São Paulo, mencionou os milhões recebidos por Flávio Bolsonaro, o encontro de Mendonça com Vorcaro no instituto do ministro e um terno com nota sem pagamento registrado. Lauro Vasconcelos, de Brasília, avaliou que o diretor-geral da PF deverá prestar explicações sobre direcionamentos e documentos produzidos. Carlos Mello, de Lavras, afirmou que, após o golpe do 8 de janeiro, outro processo estaria em andamento.
Extrema direita e zoológicos
Sobre o avanço da extrema direita na Alemanha, Marco Aurelio Lima, de São Paulo, associou o resultado ao extremismo mundial e levantou preocupações sobre possíveis vítimas, entre elas imigrantes, pobres e vizinhos. Marta Oliveira Ramalho, de São José dos Campos, pediu cautela na interpretação do resultado e disse que o estado onde fica Magdeburgo já era dominado pela extrema direita.
Alunos e a professora Giulliane de Almeida Brandão, do 3ºB da EMEF Professora Sylvia Simões, em Campinas, defenderam que zoológicos acolham animais vítimas de tráfico ou maus-tratos que não possam retornar à natureza. Para o grupo, animais não devem ser retirados da natureza para diversão e precisam de condições semelhantes às de seu habitat.
Educação e apostas
Antônio Alencar, de Brasília, afirmou que a educação deve ser prioridade dos Estados democráticos e relacionou o desenvolvimento educacional à redução da desigualdade social e educacional. José Cláudio do Nascimento, de Juiz de Fora, criticou o uso disfarçado de celulares nas escolas e o recurso à inteligência artificial para realizar atividades escolares.
Assis Cardoso de Medeiros, de Natal, classificou a liberação das bets no Brasil como prejudicial à população, especialmente à de baixa renda. Para ele, as apostas contribuem para o aumento da inadimplência e podem destruir famílias, enquanto a arrecadação de impostos reduz o interesse do governo em encerrar a atividade.


