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Yorkshire morre durante banho e tosa em pet shop de Macapá

Tutora registrou boletim de ocorrência, acionou a Polícia Militar e pagou R$ 1 mil por uma necropsia particular.

Yorkshire morre durante banho e tosa em pet shop de Macapá
Foto: Vitoria Dias/Arquivo pessoal

Nick, um yorkshire de 2 anos, morreu na tarde desta segunda-feira (14) durante um atendimento de banho e tosa em um pet shop. A tutora, Vitória Dias, registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil e acionou a Polícia Militar para acompanhar o caso.

Vitória deixou o cachorro no estabelecimento por volta das 14h. Cerca de três horas depois, foi chamada a retornar. Ao chegar, por volta das 17h30, encontrou Nick sem vida sobre um balcão, com um papel sob a cabeça e sangue na boca.

De acordo com a tutora, o responsável pelo local afirmou que o animal estava preso pela coleira quando pulou do balcão e acabou se enforcando. Vitória disse que Nick frequentava o pet shop mensalmente desde fevereiro e que os funcionários conheciam o comportamento dele. Algumas pessoas o chamavam de “Nick fujão”.

“Eles conheciam o Nick. Não era como se tivesse sido o primeiro banho e tosa dele. Eles sabiam que ele pulava e fugia, tinha até um apelido”, afirmou Vitória.

A tutora também pediu as imagens das câmeras de segurança, mas recebeu a informação de que o HD externo havia parado de funcionar na semana anterior. Ela afirma que o estabelecimento não assumiu as despesas relacionadas à morte e pagou R$ 1 mil por uma necropsia particular.

Vitória afirmou que Nick fazia parte da família. “O Nick não era só um cachorro, era meu filho, minha vida.”

Posicionamento do estabelecimento

Em nota publicada nas redes sociais, o pet shop lamentou a morte e disse ter prestado assistência à família. O estabelecimento afirmou que mantém diálogo com os tutores e que adotou providências para esclarecer o episódio.

A empresa declarou que as circunstâncias ainda estão sendo apuradas e que não antecipará conclusões nem divulgará informações que não tenham sido verificadas. O caso foi registrado pela tutora nos órgãos de segurança responsáveis.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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