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Política

Candidatos gaúchos apresentam propostas e trocam críticas em debate ao Senado

Encontro reuniu oito concorrentes e discutiu STF, violência contra a mulher, bets, trabalho e emergência climática.

Candidatos gaúchos apresentam propostas e trocam críticas em debate ao Senado
Foto: Reprodução

O debate entre oito candidatos ao Senado Federal pelo Rio Grande do Sul colocou em discussão propostas sobre violência contra a mulher, emergência climática, Supremo Tribunal Federal (STF), organizações criminosas, jornada de trabalho, aposentadoria e regulamentação das bets. O encontro foi realizado na manhã desta sexta-feira (11), promovido pela Rádio Gaúcha e mediado pela jornalista Andressa Xavier.

A programação durou cerca de duas horas. No primeiro bloco, os candidatos tiveram um minuto para se apresentar, receberam temas sorteados e escolheram adversários para a discussão. A etapa final foi dedicada a temas livres e às considerações finais.

Segurança, STF e organizações criminosas

Frederico Antunes (PSD), deputado estadual e líder do governo Eduardo Leite (PSD) na Assembleia Legislativa, defendeu ações para proteger mulheres vítimas de violência e enfrentar os feminicídios. Entre as medidas citadas, estão tornozeleiras eletrônicas para autores de crimes contra mulheres, maior rapidez do Judiciário e casas de acolhimento para mães e filhos. “Tem que ter celeridade do Judiciário”, afirmou.

A crise no STF foi abordada pelos deputados federais Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo), além do jornalista Milton Cardoso (PSDB). Sanderson defendeu que o Senado atue para conter o que chamou de abusos de ministros da Corte. Cardoso disse que pretende exigir o cumprimento da Constituição e pedir a prisão de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, se isso for possível com sua ajuda.

Van Hattem propôs que facções criminosas brasileiras sejam classificadas como organizações terroristas. Ele afirmou que essas organizações atuam no Brasil, na América Latina e nos Estados Unidos.

Trabalho, clima e políticas sociais

Manuela D’Ávila (PSOL), ex-deputada federal, tratou da emergência climática e das obras de segurança contra enchentes no Rio Grande do Sul. Ela afirmou que parte dos recursos enviados ao estado para essas intervenções ainda não foi utilizada e disse que a população vive sob tensão a cada chuva.

Renato Jaguarão (Cidadania), poeta e compositor, declarou não ser contrário ao fim da escala 6x1, mas defendeu que empregado e empregador negociem diretamente a jornada, sem interferência do governo federal. Também apontou o baixo salário e o poder de compra como problemas centrais.

O ex-governador gaúcho Rigotto (MDB) criticou a regulamentação das bets feita pelo governo federal. Paulo Pimenta (PT), deputado federal, ex-ministro da Secom e líder do governo Lula, defendeu mudanças na aposentadoria e uma lei para regular os reajustes dos planos de saúde. A proposta, segundo ele, protegeria pessoas que contribuíram ao INSS por salários mínimos e idosos afetados pelos valores dos planos.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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