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Política

Em ato em São Miguel, Lula critica Flávio e defende veto às bets

Presidente associou o adversário a casos de corrupção, atacou a relação com Daniel Vorcaro e citou a soberania nacional durante caminhada.

Em ato em São Miguel, Lula critica Flávio e defende veto às bets
Foto: Reuters

O ato de campanha de Lula na zona leste de São Paulo terminou com críticas a Flávio Bolsonaro, defesa do veto às apostas online e declarações sobre a soberania nacional. A atividade ocorreu neste sábado (26), no bairro de São Miguel, a oito dias da votação.

A caminhada começou com empurrões entre militantes e seguranças nas proximidades do carro dos candidatos. Apoiadores reclamaram ao serem levados pela multidão, e algumas pessoas caíram na rua. Com o alargamento das vias, a situação melhorou. Lula chegou por volta de 10h45, e o evento terminou por volta de 12h30.

Durante o discurso, Lula relacionou Flávio a investigações e episódios de corrupção, mencionando o Banco Master e a chamada farra do INSS. Também atacou a relação do senador com Daniel Vorcaro, do Master, e afirmou que o banqueiro havia sido transformado em prisioneiro.

“Ele [Vorcaro] deu o maior golpe financeiro na história desse país. Além de corromper com dinheiro, ele corrompeu com orgia”, disse Lula. O presidente também afirmou que Flávio mantinha um escritório na mesma sala que Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e ironizou uma declaração sobre seu filho.

Geraldo Alckmin afirmou que Flávio mentiu 43 vezes sobre o caso Master. Fernando Haddad acompanhou as críticas e disse: “Ele não presta conta, porque ele não presta mesmo”. Haddad ainda citou supostos vínculos de Flávio com Willer Tomaz, no caso do INSS; Vorcaro, no Master; Adriano da Nóbrega, na milícia; e Fabrício Queiroz, na rachadinha.

Bets e soberania nacional

Lula defendeu a medida provisória assinada na sexta-feira (25), que proibiu as apostas online no país. Segundo ele, as bets agravaram o endividamento de famílias pobres. Haddad classificou a decisão como corajosa.

O presidente também disse que ninguém de fora interferirá nas eleições e defendeu que as terras raras sejam exploradas pelo governo brasileiro. Marina Silva e Simone Tebet, candidatas ao Senado, participaram do ato. Tebet afirmou que o país não é quintal de ninguém e criticou as relações políticas do adversário.

Além de Alckmin, Haddad, Marina Silva e Tebet, Lula esteve acompanhado de candidatos ao Senado e ao Governo de São Paulo. Depois da caminhada, listou os números de urna dos aliados e lembrou que duas vagas ao Senado estão em disputa.

No restante da agenda na zona leste, Lula visitaria obras da Universidade Federal de São Paulo, em Itaquera, e o prédio do Instituto Federal, em Cidade Tiradentes.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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