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Política

Após missa, Lula critica suspensão de canal eleitoral no WhatsApp

Presidente afirmou que Kassio Nunes Marques deve indicar a ilegalidade da página e defendeu tratamento igual na Justiça Eleitoral.

Após missa, Lula critica suspensão de canal eleitoral no WhatsApp
Foto: Sergio Lima/AFP

A declaração de Luiz Inácio Lula da Silva sobre o canal “Exército do Lula” ocorreu depois de uma missa na capela do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. O rito foi realizado em homenagem ao dia de Nossa Senhora Aparecida, com a presença da primeira-dama Janja e de aliados políticos.

Lula afirmou que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, deve apontar qual ilegalidade justificaria a suspensão do canal criado no WhatsApp pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para divulgar conteúdo da campanha petista.

“Eu não sei a decisão, não tô acompanhado essa decisão. De qualquer forma, o departamento jurídico da campanha vai cuidar dele”, disse o presidente. Ele também afirmou que decisões contra sua campanha estariam extrapolando limites.

Kassio determinou a suspensão no domingo (11), após um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). Em seguida, o corregedor-geral eleitoral do TSE, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou a medida e autorizou o funcionamento do canal até que o plenário do tribunal examine o caso.

Campanha e pautas eleitorais

Lula defendeu que o presidente da Corte Eleitoral mantenha igualdade de tratamento entre os candidatos. “O lado dele tem que ser o lado da igualdade de comportamento, da igualdade de procedimento”, declarou.

O presidente também disse que pretende ampliar a presença de sua campanha no aplicativo. Além do canal já criado, mencionou a possibilidade de formar “o Exército, a Marinha, a Aeronáutica no WhatsApp” e afirmou que essa seria uma forma barata de fazer campanha.

Na missa, Lula citou ainda a votação no Congresso pelo fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança. Ele declarou estar convencido de que vencerá as eleições e mencionou a data de 25 de outubro.

A cerimônia reuniu também o governador do Piauí, Rafael Fontelles (PT), o senador Camilo Santana (PT-CE) e entidades ligadas a movimentos de moradia popular. Filhos e filhas de integrantes desses movimentos participaram da homenagem à santa, considerada padroeira das crianças.

Durante a campanha, notícias falsas afirmaram que Flávio Bolsonaro retiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Lula disse que, enquanto ocupasse a Presidência da República, a santa manteria esse título. Havia expectativa de que os dois candidatos fossem a Aparecida (SP), mas apenas Geraldo Alckmin e Lu Alckmin viajaram para o evento. Flávio acompanhou uma missa na catedral de Brasília por volta das 11h.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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