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Política

Renan Santos propõe ação federal contra facções durante campanha em Fortaleza

Candidato do Missão relacionou o avanço do crime organizado ao bloqueio do potencial econômico do Ceará e citou o Estado de Defesa.

Renan Santos propõe ação federal contra facções durante campanha em Fortaleza
Foto: Brenda Albuquerque/TVM

O candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, afirmou neste domingo (6) que pretende recorrer ao Estado de Defesa e a uma intervenção federal no Ceará caso seja eleito. A proposta foi apresentada durante uma agenda de campanha voltada ao combate às facções criminosas.

Renan disse que o avanço do crime organizado impede o desenvolvimento econômico do estado. Ele mencionou a presença do Comando Vermelho no entorno do Porto de Pecém, na região metropolitana de Fortaleza, área que classificou como estratégica para exportações, tecnologia e a instalação de um polo de data centers.

O presidenciável participou de uma carreata com concentração na Igreja Nossa Senhora da Saúde, no bairro Mucuripe. O Delegado Huggo, candidato do Missão ao governo do Ceará, também esteve no evento.

Na avaliação de Renan, o Ceará tem capacidade para ampliar o uso de energia limpa e renovável, além de aproveitar linhas de transmissão de fibra óptica que conectam os Estados Unidos ao mundo e passam pelo estado. Ele também citou o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) no Ceará e defendeu o aproveitamento da formação profissional produzida na região.

A medida mencionada pelo candidato é prevista para preservar ou restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social diante de grave e iminente instabilidade institucional ou de calamidades de grandes proporções na natureza.

O decreto deve estabelecer o período de vigência, delimitar as áreas abrangidas e indicar as medidas aplicáveis. Entre elas estão restrições ao sigilo de correspondência e ao sigilo de comunicação. Em caso de calamidade pública, o governo também pode ocupar e usar temporariamente bens e serviços públicos.

Para decretar o Estado de Defesa, o presidente precisa ouvir os Conselhos da República e de Defesa Nacional. A autorização prévia do Congresso Nacional não é necessária, mas o ato deve ser submetido ao Legislativo em até 24 horas, acompanhado de sua justificativa.

A decisão sobre a confirmação cabe ao Congresso, por maioria absoluta. Se o decreto for rejeitado, o Estado de Defesa deverá ser interrompido.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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