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Política

Renan Santos acusa Flávio Bolsonaro e descarta apoio no segundo turno

Candidato do Missão questionou o financiamento da campanha do senador e afirmou que só apoiará a própria candidatura.

Renan Santos acusa Flávio Bolsonaro e descarta apoio no segundo turno
Foto: Reprodução do YouTube

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, afirmou que não apoiará Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno contra Lula (PT). Durante sabatina realizada na sexta-feira (11), ele disse que a única candidatura que pretende apoiar é a própria e declarou confiar em sua chegada à etapa final da eleição.

O presidenciável também fez críticas ao senador do PL, a quem chamou de bandido, estúpido, fujão e vassalo de Donald Trump. Em tom de brincadeira, afirmou: “Eu não tenho característica nenhuma do Flávio Bolsonaro. Eu não sou ladrão. Ele é estúpido, fujão. Pelo amor de Deus. Não me ofenda”.

Acusações sobre financiamento

Sem apresentar provas, Renan acusou a campanha de Flávio Bolsonaro de receber indiretamente recursos da Rockbridge Network, grupo conservador estadunidense que, segundo ele, faz lobby por pautas conservadoras e patrocina campanhas. O candidato afirmou que a organização reúne interesses de empresários da tecnologia e de pessoas interessadas na exploração de terras raras no Brasil.

Renan disse ainda que o vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, é um dos fundadores da Rockbridge. Segundo o candidato, Flávio seria próximo de um grupo ligado ao empreendedor Tallis Gomes, apontado por ele como elo entre o senador e a organização.

A entrevista foi conduzida pela apresentadora Fabíola Cidral, com participação do jornalista Bruno Ribeiro e do colunista Josias de Souza. Renan é um dos fundadores do MBL (Movimento Brasil Livre) e aparece com 3% das intenções de voto no primeiro turno na pesquisa Datafolha realizada nos dias 1º e 2 de setembro. Na pesquisa BTG/Nexus, divulgada na terça-feira (8), registrou 4%.

Posições do candidato

Renan afirmou não se identificar com o bolsonarismo, embora esteja à direita no espectro político, e classificou o bolsonarista como um “bandido da política”. Também criticou o feminismo, dizendo que o movimento instrumentaliza as mulheres como ferramenta política e abriga elementos antidemocráticos, violentos e radicais.

Na área de segurança, defendeu o aumento das penas para todos os crimes e disse que o Brasil vive um surto de violência. Declarou ser pessoalmente favorável à pena de morte, mas afirmou que não proporia mudanças nesse sentido nos primeiros anos de mandato.

Presidente do Missão, partido que liderou e que foi homologado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em novembro de 2025, Renan nunca ocupou cargo eletivo. Em agosto, sua campanha na internet foi suspensa porque a Justiça identificou que nem todos os perfis haviam sido registrados no Divulgacand, conforme regra do TSE. A decisão do ministro Dias Toffoli foi suspensa no dia seguinte.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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