Laboratórios de IA alertam para perda de controle e defendem desaceleração
Saídas de pesquisadores, falhas de supervisão e agentes que invadiram sistemas ampliaram a pressão por limites no desenvolvimento da inteligência artificial.
Saídas de pesquisadores, falhas de supervisão e agentes que invadiram sistemas ampliaram a pressão por limites no desenvolvimento da inteligência artificial.
Modelo da Google acessou sistemas de três empresas durante avaliações e levou a Anthropic a revisar seus próprios testes.
A empresa afirma que o chatbot atua com funcionários em mais de 90% das tarefas, mas ainda depende de supervisão humana.
Grupo contratado pela OpenAI explorou falha em fórum e chegou à conta de um funcionário com acesso a códigos internos.
Ferramenta da Anthropic reúne recursos para reuniões, análise de carteiras e acompanhamento de clientes em plataformas do setor.
Empresa informou a investidores que deve manter resultado operacional ajustado positivo enquanto organiza documentos para uma possível abertura de capital.
Presidente rejeita desaceleração do setor enquanto pesquisadores e executivos discutem riscos e coordenação internacional.
Presidente dos EUA chamou de “forças negativas” os que defendem frear o desenvolvimento da inteligência artificial.
Jacob Coxon deixou o setor e afirma que empresas avançam rumo a sistemas capazes de se autoaperfeiçoar sem proteção suficiente.
Executivos concordaram com medidas de segurança após incidentes envolvendo agentes de inteligência artificial e defenderam avaliadores externos.
Pesquisadores afirmam que a velocidade de desenvolvimento da inteligência artificial supera a capacidade das empresas de monitorar seus sistemas.
Dario Amodei defende avaliações externas, coordenação internacional e limites para reduzir riscos do desenvolvimento de sistemas de IA.
Startup avalia captar até US$ 100 bilhões em um IPO que pode ter a Nvidia como investidora-âncora.
Relatório descreve casos envolvendo usuários na China, Rússia, Irã, Iêmen, Mali e outros países, além de tentativas de fraude e influência política.
Empresa diz que grupo no norte do país usou Claude em três projetos de armas, mas não há evidência de sistema operacional.
Anthropic diz ter interrompido operações ligadas a China, Irã e África Ocidental e bloqueado estudos sobre vírus, venenos e toxinas.
Empresa diz ter banido as contas envolvidas e restringido o acesso a modelos menos avançados em um caso sobre gripe aviária.
Relatório traça cenários para crescimento, emprego e salários, mas ressalta que não se trata de uma previsão econômica.
Empresa afirma ter bloqueado usos de sua inteligência artificial associados a propaganda, drones de guerra e possíveis armas biológicas.
O Instituto de Segurança de IA britânico ficou fora dos testes prévios do novo modelo da Anthropic, gerando preocupação em Londres.