Juliano Cazarré voltou a responder às críticas feitas por colegas ao evento O Farol e a Forja, iniciativa voltada ao público masculino e idealizada pelo ator. Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta sexta-feira, 11, Cazarré afirmou que continua sendo questionado mesmo após a realização do encontro.
Sem citar diretamente Eduardo Moscovis, o ator rebateu declarações de colegas sobre o evento e negou que a programação tenha promovido ideias de supremacia masculina ou ataques às mulheres. “Não teve nenhuma palestra no palco que foi masculinista, que falou sobre alguma supremacia dos homens”, declarou.
Cazarré também retomou a controvérsia envolvendo uma fala sua durante a participação em um debate na televisão, quando foi questionado sobre violência e masculinidade. Ele afirmou que a declaração foi interpretada posteriormente de forma diferente da intenção original. “O que eu falei naquele dia foi só um número, eu não fiz esse julgamento que vocês falsamente ficam me atribuindo”, disse.
Objetivo declarado
Segundo o ator, O Farol e a Forja foi criado para discutir família, paternidade e comportamento masculino. Ele afirmou que pretendia contribuir para a formação de homens melhores, reduzir a ausência paterna e estimular a presença dos pais na vida dos filhos.
Ao comentar as críticas, Cazarré questionou por que a responsabilidade pela violência contra a mulher deveria ser associada a ele. O ator disse ser um pai de família que sai de casa para trabalhar e retorna para cuidar dos filhos.
No encerramento do vídeo, Cazarré afirmou que continuará tratando normalmente os profissionais que o criticaram, inclusive cumprimentando-os. Ele também disse que não se considera radical e atribuiu essa característica aos colegas que, segundo ele, passaram a questioná-lo por suas declarações.


