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Cultura

Vini Vercillo busca identidade própria após anos na banda do pai

Músico de 24 anos também mantém o interesse por ufologia, esoterismo e metafísica herdado da convivência com Jorge Vercillo.

Vini Vercillo, 24, prepara um novo álbum enquanto tenta construir uma trajetória autoral distante das comparações com o pai, Jorge Vercillo, 57. O lançamento está previsto para 25 de novembro.

O músico começou a tocar profissionalmente ainda adolescente, por volta dos 13 ou 14 anos, e passou a integrar a banda de Jorge. Foram 12 anos como guitarrista, em contato com profissionais mais experientes e apresentações em grandes palcos. A rotina afetou sua vida escolar: Vini faltava às aulas com frequência, repetiu dois anos e terminou os estudos por meio de supletivo.

“Era um inferno”, afirmou Vini ao lembrar o período. Segundo ele, a agenda também reduzia o convívio com os amigos, que se reuniam nos fins de semana enquanto ele estava trabalhando.

Interesse por ufologia

Fora da música, Vini diz não querer se afastar de uma herança do pai: o interesse por ufologia, esoterismo e temas como misticismo e metafísica. Ele contou que esses assuntos faziam parte das conversas e atividades da família, incluindo palestras em casa.

O músico afirma ter visto uma luz no céu que não conseguiu explicar. Segundo seu relato, o objeto se dividia em dois e fazia movimentos incomuns. Vini registrou o episódio em vídeo e publicou as imagens no Instagram, apesar da preocupação de um amigo com possíveis efeitos sobre sua imagem artística.

Na música, as referências dos dois também são diferentes. Jorge transita pela MPB, enquanto Vini cita o rock, o rock progressivo e os Beatles como influências. A distinção chegou a provocar uma bronca durante um show da banda do pai, depois que Vini colocou mais peso na guitarra. “Meu show não é rock, cara”, disse Jorge na ocasião.

Agora, com o novo álbum em fase de conclusão, Vini afirma buscar um caminho próprio na música, sem abandonar os temas que acompanham sua formação familiar.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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